quimera
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Bem vindo a Portais de Atlântida
Por trás da fachada reluzente do condomínio de luxo Portais de Atlântida, os moradores buscam por uma vida utópica, isolada dos perigos do mundo exterior. A ilusão de segurança criada pelos muros se desfaz quando um assassino em série passa a aterrorizar o local. A paranóia surge diante do inimigo desconhecido, mas desconhecido até quando?


Um experimento de horror
A porteira Lícia, sua filha Elisa e um grupo de adolescentes que moram no condomínio se juntam para tentar descobrir a identidade do assassino. Enquanto investigam, descobrem que estão ligados por um experimento científico clandestino que envolve o uso de uma substância misteriosa.

Ameaça cósmica
A cada nova vítima, a investigação de Lícia e dos jovens se perde mais e mais em uma teia de mistérios que os faz questionar a própria realidade. Enquanto isso, o planeta Quimera se aproxima da Terra, deixando o mundo em um estado cada vez mais caótico. Enquanto surge lentamente no céu noturno, Quimera se torna uma presença cada vez mais ameaçadora. Estaria a chegada do planeta ligada ao experimento científico?
Transmídia
Quimera é um projeto transmídia, concebido por Lucas Gehre e Rafael Lobo. O projeto foi originalmente desenvolvido para os quadrinhos, onde os autores trabalham as relações entre quadrinhos e cinema e os limites conceituais e estéticos do gênero de horror.


Universo em expansão
Desde sua concepção, os autores pretendem desenvolver Quimera na linguagem audiovisual, tanto como filme longa-metragem, quanto como série para a televisão e streaming. Cada versão busca aumentar as possibilidades da narrativa, criando experiências que se completam e expandem o universo de Quimera. Trabalhar com diferentes mídias permite ainda experimentar e descobrir as questões particulares de cada linguagem.
Cosmovisão de horror
Em Quimera, o horror não é apenas um gênero, mas uma cosmovisão, um modo de perceber e interpretar a realidade. A história parte da ideia de que o medo, a ameaça e o estranho revelam tensões sociais, afetivas e históricas que costumam ser reprimidas. Por isso, o horror funciona como lente crítica, capaz de expor o que sustenta o “sonho” de segurança, ordem e normalidade. Quando corpo, tecnologia e cosmos se atravessam, o cotidiano do condomínio começa a revelar suas fissuras. Assim, o horror em Quimera não só representa o mundo, ele ajuda a compreendê-lo.









