Audiovisual
O segmento audiovisual de Quimera nasce em diálogo direto com os quadrinhos. As imagens, personagens e conceitos se desdobram em outras linguagens, fazendo do projeto um organismo transmídia. Atualmente o projeto procura oportunidades de desenvolvimento, como editais, patrocinadores, laboratórios etc.
Série
A série apresenta a versão pop do projeto e formato de maior potencial de público. Mergulhando nas relações entre os personagens e no mistério em torno dos assassinatos, a narrativa pode se alongar, aprofundar os arcos emocionais e trabalhar mais diretamente com as convenções do terror seriado.
Longa
O longa-metragem busca levar Quimera a um território mais onírico e autoral, se aproximando do experimentalismo dos quadrinhos. Quebrando expectativas narrativas e explorando limites de linguagem, o filme pretende ampliar a dimensão sensorial e filosófica do projeto, tratando o horror menos como fórmula e mais como experiência estética radical.
Atmosfera
O formato audiovisual de Quimera bebe de referências cinematográficas que aparecem como fontes de temas e atmosfera, condensando o imaginário e o visual destes em uma experiência em que o horror oscila entre pesadelo, delírio corporal e medo cósmico.
Referências
A série e o longa são atravessados por obras do slasher como A Hora do Pesadelo (Wes Craven), do body horror como Videodrome (David Cronenberg), do horror cósmico como Mandy (Panos Cosmatos) e pelos filmes coloridos e hipnóticos do giallo italiano, de Dario Argento e Mario Bava.







