Quadrinhos
Os quadrinhos constituem a primeira versão da história, planejada para contar um grande arco de horror-cósmico. Desde 2024, Quimera vem sendo publicada de forma seriada, como os antigos gibis de banca. Com uma linguagem experimental, Quimera compõe uma reflexão profunda sobre quadrinhos, cinema e horror.

Autoria compartilhada
Inicialmente pensados com uma divisão entre desenho de Lucas Gehre e roteiro de Rafael Lobo, os quadrinhos chegaram em um processo onde os autores compartilham a autoria totalmente, interferindo constantemente na “parte” um do outro, em uma verdadeira simbiose criativa.

Metalinguagem
Cada episódio dos quadrinhos de Quimera se relaciona a um filme de horror, que também aparece dentro da história associado ao experimento científico de um jeito estranho e obscuro. As obras de referência contaminam a narrativa, o desenho e o ritmo, somando-se na história tecendo um discurso sobre o gênero do horror.
Horror Experimental
Tanto o formato de publicação (24 páginas, fascicular), quanto a utilização do horror como ferramenta da crítica social, remetem às HQ de terror brasileiras dos anos 60 e 70, como a revista Calafrio e a obra de Júlio Shimamoto. Já a característica experimental insere Quimera em uma longa tradição de quadrinhos experimentais que inclui autores como Guido Crepax, Moebius, desconstruindo narrativa e forma para expandir o potencial da linguagem.
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